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10 de agosto de 2018

Empresário do varejo paulista deve evitar endividamento e grandes estoques


Comerciante precisa gerenciar o capital de giro e ser cauteloso na tomada de decisão até que os cenários político e econômico do País estejam mais claros

O empresário do varejo paulista deve evitar no segundo semestre o endividamento e a manutenção de grandes estoques. Essa cautela no gerenciamento do capital de giro estimula a liquidez do negócio justamente neste momento de indefinição no cenário político-eleitoral e, consequentemente, da política econômica do próximo governo.

Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), somente após as eleições de outubro será possível analisar de forma mais consistente como ficam a cotação do dólar, a inflação e os juros.

Apesar da greve dos caminhoneiros, as vendas do varejo paulista cresceram 3,3% em maio, em comparação ao mesmo mês do ano passado, atingindo R$ 53,6 bilhões. Considerando a série histórica a partir de 2008, foi o quarto maior resultado do varejo paulista para um mês de maio.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela FecomercioSP com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), mostra que, no acumulado do ano, o varejo paulista registrou faturamento R$ 15,3 bilhões superior ao obtido no período de janeiro a maio de 2017.

Em maio, das nove atividades pesquisadas, quatro apontaram aumento em seu faturamento real, sendo elas: outras atividades (8,8%); eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (4,5%); supermercados (4,2%); e farmácias e perfumarias (4,1%).

Já as retrações foram apresentadas pelos grupos: autopeças e acessórios (-5,6%); lojas de móveis e decoração (-3,3%); concessionárias de veículos (-2,3%); e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-0,9%).Confira a matéria completa aqui.

 

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